segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

for you...for me...



There is a house built out of stone
Wooden floors, walls and window sills...
Tables and chairs worn by all of the dust...
This is a place where I don't feel alone
This is a place where I feel at home...

Cause, I built a home
for you
for me

Until it disappeared
from me
from you

And now, it's time to leave and turn to dust...

Out in the garden where we planted the seeds
There is a tree as old as me
Branches were sewn by the color of green
Ground had arose and passed it's knees

By the cracks of the skin I climbed to the top
I climbed the tree to see the world
When the gusts came around to blow me down
I held on as tightly as you held onto me
I held on as tightly as you held onto me......


Cause, I built a home
for you
for me

Until it disappeared
from me
from you

And now, it's time to leave and turn to dust........

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ser enfermeiro!


"Gente que cuida de gente

Amado, criticado

Desejado, tolerado

Esquecido no tempo da bonança

...Querido no tempo de sofrimento



A ti enfermeiro

Que suportas a dor

No olhar de um doente

Que ris, quando queres chorar

Que amansas o teu coração

Quando te apetece gritar.

Que abafas a mágoa de seres gente



A ti enfermeiro que vagueias

Velando na calada da noite

Aqueles que confiam em ti

Em noite infindas, sofridas

Lutando contra a morte e o tempo.



A ti enfermeiro que mitigas

A alma e o corpo de quem geme

As dores de ser simples mortal



A ti enfermeiro que enalteces

O sentido da vida

A dignidade humana

Esquecendo que também és gente."



Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

"Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Conduzimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, vemos TV demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos os nossos bens, mas reduzimos os nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em atravessar a rua e encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma.

Dominamos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planeamos mais, mas realizamos menos..
Aprendemos a apressar-nos e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caracter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das 'pílulas mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva esta carta a ti, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembra-te de ficar mais tempo com as pessoas que amas, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembra-te dar um abraço carinhoso aos teus pais, a um amigo, pois não custa um centavo sequer.
Lembra-te de dizer 'amo-te' às pessoas que amas, mas, em primeiro lugar, ama-te... ama-te muito!

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valoriza a família e as pessoas que estão ao teu lado, sempre. "

Paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin